Pr. Paulo Sérgio Moreira, Irmãos: Luiz Heleno e Sandra dos Santos
“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”(Sl. 127:1)
A família é, sem dúvida, a célula mater da sociedade; é o termômetro que mede a temperatura espiritual e moral entre os cônjuges; é o aferido de Deus que mensura o status quo do mundo pós-moderno.
Na sociedade contemporânea, a família tradicional está desaparecendo, vítima que foi da negligência, da incontinência e da desobediência ao Senhor. Procuramos os vilões para tal descaso e encontramos alguns, como: trabalho para a mamãe ajudar na manutenção do lar; a babá eletrônica: televisão e internet; os “amiguinhos”, a mentira, a negligência dos cônjuges aos seus deveres domésticos, falta de comunicação etc. Enfim, são as raposinhas que estão destruindo a vinha do Senhor (Ct. 2:15).
Nossa igreja, visando restaurar lares, refazer casamentos, trazer de volta os valores morais e espirituais da família, implantou o tão conhecido encontro de casais. Depois, surgiram alguns senões entre líderes e, por fim, a desconfiança do movimento. O expediente chegou até nós como barco salvador das famílias, mas o desgaste de muitos acabou se tornando eventos entre casais.
Temos, em nossa igreja, uma liderança firme do pastor da igreja e sua esposa para aconselhamento, serviço, acompanhamento, exemplo de vida e presença constante. Temos no pastor Marcelo Azevedo uma colaboração valiosa para estes fins. Ainda temos em alguns casais uma dedicação ímpar para os eventos, como: palestras com coquetéis aos quartos sábados do mês; jantares trimestrais; dia dos namorados; encontro com a Bíblia aos domingos de manhã; visitas especiais aos mais necessitados e apoio aos diversos ministérios da igreja.
Enfim, ressaltamos a necessidade das famílias se encontrarem periodicamente para atividades afins, mas salientamos, sobretudo, alguns princípios que são axiomáticos para as famílias, como:
• Ter a palavra de Deus como fundamento de fé e prática. “Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?” (Sl. 11:3);
• Reconhecer a igreja como a melhor oficina de Deus para as famílias em crise.
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